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    “Ocupa Brasília”: SISPESP defende servidor público

    SISPESP se une aos mais de 150 mil trabalhadores para defender a democracia, impedir a retirada de direitos trabalhistas que afetará, negativamente, toda a população brasileira e pedir Diretas Já!

    Publicado por: IMPRENSA / Data:29/5/17

    “Ocupa Brasília”: SISPESP defende servidor público

    O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo (SISPESP) se uniu aos mais de 150 mil trabalhadores para defender a democracia, impedir a retirada de direitos trabalhistas que afetará, negativamente, toda a população brasileira e pedir Diretas Já! O “Ocupa Brasília” aconteceu nesta quarta-feira (25/05) e nossa entidade lutou em conjunto com a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos no Estado de São Paulo (FESSP-ESP), a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) e com a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

    O vice-presidente do SISPESP, que é, também, presidente da FESSP-ESP e secretário-geral da CSPB, Lineu Neves Mazano, discursou sobre a importância do ato e da participação das entidades nas mobilizações que envolvem a manutenção dos direitos trabalhistas. “Não podemos permitir que um Governo que está afundado em escândalos de corrupção destrua tudo aquilo que arduamente conquistamos. A mobilização é essencial e muito me alegra ver tantos trabalhadores aqui, no dia de hoje, protestando pelos seus direitos. Todas as entidades aqui presentes sabem de sua importância para o trabalhador, e digo que esse não será o nosso último ato. Iremos até onde julgarmos necessário para impedir que os nossos direitos sejam retirados dessa forma”, destacou.

    A CSBP e a Nova Central empenharam um papel protagonista no ato e, de forma pacífica, protestaram pela manutenção da democracia e dos direitos dos trabalhadores e servidores públicos, clamando por novas eleições diretas no país, visto que após as últimas denúncias de corrupção, a situação do Governo se tornou insustentável. Tanto em seu cunho político, quanto social.

    Ao longo do dia, as Centrais sindicais reafirmaram que estão dispostas a conduzir uma Greve Geral caso o clamor dos trabalhadores não forem ouvidos e

    Se o clamor dos trabalhadores não for ouvido e a agenda de reformas que aniquila direitos persistir, as Centrais Sindicais afirmam que estão preparadas para realizar uma Greve Geral por tempo indeterminado.

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    Por Giselle Corrêa

    Fotos Juliano Calixto